Fundamentos do Mercantilismo
O mercantilismo surgiu como resultado do fortalecimento dos Estados nacionais europeus, que buscavam aumentar seu poder político e econômico. A principal ideia era que a riqueza nacional dependia da quantidade de ouro e prata que um país conseguia acumular. Quanto mais metais preciosos, maior seria a prosperidade e o poder militar da nação.
Os países mercantilistas perseguiam uma balança comercial favorável - exportar mais do que importar. Para isso, criavam medidas protecionistas como tarifas altas sobre produtos estrangeiros e incentivos à produção nacional. O Estado tinha papel central, controlando rigorosamente o comércio e as atividades econômicas.
O colonialismo tornou-se essencial nesse sistema. As colônias forneciam matérias-primas valiosas (como ouro, prata, açúcar e tabaco) e serviam como mercados exclusivos para os produtos da metrópole. Esse modelo garantia que as riquezas fluíssem das colônias para as metrópoles europeias.
💡 Você sabia? No auge do mercantilismo, alguns países proibiam suas colônias de comercializarem com outras nações ou até mesmo de produzirem certos produtos que competissem com os da metrópole!
Os governos também concediam monopólios a comerciantes e empresas, permitindo-lhes controlar completamente determinados setores ou rotas comerciais. Isso garantia lucros para o Estado e para os empresários nacionais, mas limitava a competição e frequentemente resultava em preços mais altos.





















