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Atualizado Apr 3, 2026
•
KAUÃ JOSÉ DO N. BARBOSA
@kaujosdon.barbo
O Brasil Colônia foi o período mais longo da nossa... Mostrar mais


















































O Período Colonial brasileiro foi marcado pela conquista territorial e exploração econômica portuguesa. Tudo começou em 1530, com a expedição de Martim Afonso de Souza, e se estendeu até 1815, quando o Brasil foi elevado a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
Antes da colonização efetiva, no chamado Período Pré-Colonial (1500-1530), Portugal mantinha apenas pequenos pontos de ocupação no litoral. O principal interesse econômico era a extração do pau-brasil, madeira que deu nome ao nosso país. Nesse momento, a Coroa portuguesa estava mais focada nas riquezas das Índias.
Lembre-se! O nome "Brasil" só começou a aparecer em documentos a partir de 1512, substituindo nomes anteriores como Vera Cruz, Terra dos Papagaios e Santa Cruz.
Foi com a ameaça de outras potências europeias tentando se estabelecer no território americano que Portugal decidiu iniciar um processo de colonização mais intenso, enviando expedições para demarcar e administrar suas novas terras.

A primeira tentativa de organização territorial foi a implementação das capitanias hereditárias em 1534. Portugal dividiu o território em 14 faixas de terra que foram entregues a membros da nobreza portuguesa de confiança do rei D. João III.
Este sistema não obteve grande sucesso, durando apenas 16 anos. Das 14 capitanias criadas, apenas duas prosperaram: Pernambuco e São Vicente (atual São Paulo). A maioria dos donatários enfrentou problemas como ataques indígenas, falta de recursos e dificuldades de comunicação com Portugal.
Com o fracasso das capitanias, a Coroa portuguesa decidiu centralizar a administração colonial. Em 1549, Tomé de Sousa chegou ao Brasil como primeiro governador-geral, fundando São Salvador da Bahia de Todos os Santos (atual Salvador), que se tornou a primeira capital do Brasil.
Os jesuítas, membros da Companhia de Jesus, também chegaram nesse período com a missão de catequizar os indígenas. Em 1553, fundaram o Colégio dos Jesuítas da Bahia, iniciando um processo de transformação cultural dos povos nativos que impactaria profundamente a formação social brasileira.
O sistema administrativo do Governo-Geral perdurou até 1808, quando a chegada da Família Real ao Brasil iniciou o Período Joanino, marcando o fim da fase colonial tradicional.

A economia colonial brasileira foi organizada em ciclos de exploração, baseados na monocultura, latifúndio e trabalho escravo. O primeiro grande ciclo econômico foi o do açúcar, que se desenvolveu principalmente no Nordeste, em regiões como Pernambuco e Bahia.
A produção açucareira utilizava o sistema de plantation, que combinava grandes propriedades (latifúndios), monocultura e mão de obra escrava. Foi nesse período que surgiram os senhores de engenho, figuras poderosas que controlavam não apenas a produção, mas também a vida social das áreas sob seu domínio.
A expansão territorial para o interior do Brasil foi impulsionada pelas entradas e bandeiras. As entradas eram expedições financiadas pela Coroa portuguesa com objetivo de explorar o território. Já as bandeiras eram expedições particulares, organizadas principalmente por paulistas, em busca de riquezas minerais e captura de indígenas para escravização.
No final do século XVII, as bandeiras descobriram ouro em Minas Gerais, iniciando o Ciclo do Ouro. A mineração provocou uma grande migração interna e atraiu portugueses para o interior da colônia. Foi durante esse período que surgiram importantes cidades como Ouro Preto, Mariana e São João del Rei.
A exploração do ouro também teve grande impacto na relação entre Brasil e Portugal. Grande parte do metal precioso servia para abastecer os cofres portugueses e pagar dívidas com a Inglaterra, resultado do Tratado de Methuen (1703-1836).

A sociedade colonial brasileira foi marcada por profunda desigualdade e rigidez hierárquica. No topo estavam os portugueses, que controlavam a administração colonial e a economia. Logo abaixo vinham os senhores de terra, donos de engenhos e, posteriormente, os mineradores.
A base desta sociedade era formada pelos escravizados, inicialmente indígenas e depois, em maior número, africanos. A mão de obra escrava foi fundamental para todos os ciclos econômicos coloniais, desde a extração do pau-brasil, passando pela produção açucareira, até a mineração do ouro.
Os africanos escravizados traziam conhecimentos técnicos importantes, como técnicas agrícolas e de mineração. Na extração do ouro, por exemplo, dominavam métodos mais eficientes que os próprios portugueses. Apesar disso, viviam em condições desumanas e eram tratados como mercadoria.
Entre esses dois extremos existiam homens livres pobres, mestiços, artesãos, pequenos comerciantes e religiosos, que compunham uma incipiente classe média colonial. Havia também a presença de "brasileiros", pessoas nascidas na colônia, mas de origem portuguesa.
Fato importante: As mulheres, os indígenas e os negros tiveram grande parte de suas histórias apagadas durante o período colonial. Figuras como Chica da Silva e Rosa Maria Egipciáca da Vera Cruz, que conseguiram se destacar mesmo em condições adversas, são exceções que demonstram a resistência desses grupos.

Durante o período colonial, diversas revoltas expressavam o descontentamento com o domínio português. Esses movimentos, conhecidos como movimentos nativistas, questionavam aspectos específicos da dominação colonial.
A Insurreição Pernambucana (1645-1654) mobilizou colonos luso-brasileiros contra o domínio holandês em Pernambuco. Após vitórias decisivas nas Batalhas dos Guararapes, os holandeses foram expulsos definitivamente em 1654, representando uma importante vitória para os colonos.
A Guerra dos Emboabas (1708-1709) foi um conflito que opôs bandeirantes paulistas e forasteiros ("emboabas") nas regiões mineradoras. Os paulistas, primeiros a encontrar ouro, queriam exclusividade na exploração, enquanto os recém-chegados também reivindicavam esse direito. A vitória dos emboabas levou os bandeirantes a explorarem novas regiões, como Goiás e Mato Grosso.
Já no final do período colonial, ocorreram movimentos que demonstravam aspirações mais amplas, com ideais republicanos e separatistas. A Conjuração Mineira (1789) e a Conjuração Baiana (1798) foram tentativas de ruptura com o domínio português influenciadas por ideais iluministas e pelo exemplo da independência dos Estados Unidos.
Um dos principais motivos de insatisfação era o Pacto Colonial, que determinava que toda a produção colonial deveria ser comercializada exclusivamente com a metrópole. Esse sistema gerava enormes desigualdades e favorecia apenas Portugal.
A crise do sistema colonial se intensificou no final do século XVIII e início do XIX. As transformações econômicas globais, com a Revolução Industrial liderada pela Inglaterra, tornavam o modelo colonial português cada vez mais obsoleto. A transferência da Corte portuguesa para o Brasil em 1808, fugindo das tropas napoleônicas, acelerou esse processo de transformação que culminaria com o fim do período colonial.

A Independência do Brasil em 1822 foi resultado de um complexo processo histórico. A presença da Família Real portuguesa no Brasil desde 1808 criou uma situação inédita: a colônia se tornara sede do império. Quando D. João VI retornou a Portugal em 1821, deixou seu filho D. Pedro como regente no Brasil.
As Cortes portuguesas, influenciadas por ideais liberais, exigiam o retorno do Brasil à condição colonial. Aconselhado por José Bonifácio e apoiado por elites brasileiras, D. Pedro decidiu ficar e proclamar a independência, iniciando o período imperial brasileiro.
O Primeiro Reinado (1822-1831) foi marcado por grandes desafios. D. Pedro I precisou consolidar a independência, obter reconhecimento internacional e estabelecer as bases do novo Estado. A Constituição de 1824 estabeleceu uma monarquia constitucional com quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e o Poder Moderador, exclusivo do imperador.
Conflitos internos, como a Confederação do Equador (1824), e externos, como a Guerra da Cisplatina, junto com a crescente impopularidade do imperador, culminaram com sua abdicação em 1831. D. Pedro I retornou a Portugal para lutar pelo trono de sua filha, deixando seu filho, D. Pedro II, de apenas 5 anos, como imperador do Brasil.
Você sabia? A Constituição de 1824 estabeleceu o voto censitário, que exigia uma renda mínima para votar, excluindo a maior parte da população brasileira do processo eleitoral.

Com D. Pedro II ainda criança, o Brasil entrou no Período Regencial (1831-1840), marcado por intensa agitação política. Diversas revoltas eclodiram pelo país, como a Cabanagem, a Sabinada, a Balaiada e a Farroupilha, questionando a unidade territorial e a centralização do poder.
Durante esse período, foram implementadas reformas importantes, como o Ato Adicional de 1834, que criou as Assembleias Legislativas Provinciais. Contudo, a instabilidade levou os liberais a anteciparem a maioridade de D. Pedro II, realizada por meio do Golpe da Maioridade em 1840, quando ele tinha apenas 14 anos.
O Segundo Reinado (1840-1889) foi o período mais longo e estável do Império. Politicamente, caracterizou-se pela alternância entre os partidos Liberal e Conservador no poder, no sistema conhecido como "parlamentarismo às avessas", onde o imperador exercia grande influência na composição dos gabinetes ministeriais.
Economicamente, o café se tornou o principal produto de exportação, substituindo o açúcar e criando uma nova elite econômica no Sudeste, especialmente em São Paulo. A mão de obra escrava, antes concentrada nas plantações de cana-de-açúcar no Nordeste, passou a ser direcionada para as fazendas de café.
Na política externa, o Brasil participou da Guerra do Paraguai (1864-1870), ao lado da Argentina e do Uruguai. O conflito, que devastou o Paraguai, teve um papel importante na profissionalização do exército brasileiro, mas também contribuiu para o crescimento de sentimentos republicanos entre os militares.

Nas últimas décadas do século XIX, o Império brasileiro enfrentou uma série de crises que culminariam com sua queda. A questão da escravidão tornou-se cada vez mais central, com pressões internas e externas para sua abolição.
O processo de abolição foi lento e gradual, com a aprovação de leis como a Lei Eusébio de Queirós (1850), que proibiu o tráfico de escravos; a Lei do Ventre Livre (1871), que concedia liberdade aos filhos de escravas nascidos após essa data; e a Lei dos Sexagenários (1885), que libertava os escravos com mais de 60 anos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea aboliu definitivamente a escravidão no Brasil.
A abolição sem indenização aos proprietários afastou muitos fazendeiros do regime monárquico. Ao mesmo tempo, o exército, fortalecido após a Guerra do Paraguai, estava insatisfeito com seu tratamento pelo governo imperial.
Influenciados por ideias republicanas e positivistas, os militares ganharam força política. O republicanismo crescia entre as elites urbanas, inspiradas pelo exemplo dos Estados Unidos e das repúblicas vizinhas na América do Sul.
A crise com a Igreja Católica, conhecida como Questão Religiosa, e os conflitos com os militares, a Questão Militar, também enfraqueceram o apoio ao regime. Sem bases sólidas de sustentação, o Império chegou ao fim em 15 de novembro de 1889, quando um golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República e enviou a família imperial para o exílio.
O legado do período imperial é complexo. Apesar de ter garantido a unidade territorial do Brasil e estabelecido instituições importantes, também perpetuou desigualdades sociais profundas e deixou como herança o paternalismo político e o racismo estrutural, consequências do longo período escravista.

A Primeira República (1889-1930), também conhecida como República Velha, representou a implementação do sistema republicano no Brasil. Iniciada com um golpe militar que derrubou a monarquia, esta fase pode ser dividida em dois períodos distintos.
O primeiro período (1889-1894), conhecido como República da Espada, foi marcado pela liderança de presidentes militares: Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Nesse momento, foram estabelecidas as bases do novo regime, com a promulgação da Constituição de 1891, que instituiu o federalismo, a separação entre Igreja e Estado e o voto aberto masculino (excluindo analfabetos, mulheres e menores de 21 anos).
No segundo período (1894-1930), conhecido como República das Oligarquias, o poder político ficou concentrado nas mãos das elites agrárias. Foi implementada a Política dos Governadores, um acordo político que garantia a governabilidade através da troca de favores entre governo federal e estadual. O presidente apoiava os governadores e, em troca, eles garantiam a eleição de deputados e senadores favoráveis ao governo.
O sistema eleitoral da época era marcado por fraudes e manipulações. O coronelismo era a base desse sistema: grandes proprietários rurais controlavam o voto de seus dependentes (voto de cabresto) e garantiam a eleição dos candidatos apoiados pelo governo.
Entenda melhor: O termo "coronel" vem da antiga Guarda Nacional do Império, quando fazendeiros recebiam patentes militares honoríficas. Na República, esses "coronéis" exerciam domínio político e econômico sobre as populações locais.

A chamada "Política do Café com Leite" foi uma característica marcante da Primeira República. Este termo se refere à alternância no poder entre políticos de São Paulo (maior produtor de café) e Minas Gerais (grande produtor de leite), os dois estados mais ricos e populosos do período.
Economicamente, a Primeira República foi dominada pela produção cafeeira, responsável por mais de 70% das exportações brasileiras. Para proteger os cafeicultores das oscilações do mercado internacional, o governo adotou políticas como o Convênio de Taubaté (1906), que estabelecia a compra do excedente de café pelo governo para manter os preços elevados.
Além do café, outras atividades econômicas ganharam destaque, como a borracha na Amazônia, que viveu um breve ciclo de prosperidade até 1910, e o início da industrialização, principalmente em São Paulo, impulsionada pelos capitais acumulados com o café e pela chegada de imigrantes europeus.
A imigração foi uma política importante na Primeira República, incentivada para substituir a mão de obra escrava nas fazendas de café e "embranquecer" a população brasileira, seguindo teorias racistas da época. Entre 1889 e 1930, cerca de 3,8 milhões de imigrantes, principalmente italianos, portugueses, espanhóis e japoneses, chegaram ao Brasil.
O modelo político-econômico da Primeira República, baseado na exclusão política da maioria da população e na dependência das exportações de produtos primários, começou a mostrar sinais de esgotamento na década de 1920, com o surgimento de novos atores sociais e políticos que questionavam a ordem oligárquica.







































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O Período Colonial brasileiro foi marcado pela conquista territorial e exploração econômica portuguesa. Tudo começou em 1530, com a expedição de Martim Afonso de Souza, e se estendeu até 1815, quando o Brasil foi elevado a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.
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Com o fracasso das capitanias, a Coroa portuguesa decidiu centralizar a administração colonial. Em 1549, Tomé de Sousa chegou ao Brasil como primeiro governador-geral, fundando São Salvador da Bahia de Todos os Santos (atual Salvador), que se tornou a primeira capital do Brasil.
Os jesuítas, membros da Companhia de Jesus, também chegaram nesse período com a missão de catequizar os indígenas. Em 1553, fundaram o Colégio dos Jesuítas da Bahia, iniciando um processo de transformação cultural dos povos nativos que impactaria profundamente a formação social brasileira.
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A economia colonial brasileira foi organizada em ciclos de exploração, baseados na monocultura, latifúndio e trabalho escravo. O primeiro grande ciclo econômico foi o do açúcar, que se desenvolveu principalmente no Nordeste, em regiões como Pernambuco e Bahia.
A produção açucareira utilizava o sistema de plantation, que combinava grandes propriedades (latifúndios), monocultura e mão de obra escrava. Foi nesse período que surgiram os senhores de engenho, figuras poderosas que controlavam não apenas a produção, mas também a vida social das áreas sob seu domínio.
A expansão territorial para o interior do Brasil foi impulsionada pelas entradas e bandeiras. As entradas eram expedições financiadas pela Coroa portuguesa com objetivo de explorar o território. Já as bandeiras eram expedições particulares, organizadas principalmente por paulistas, em busca de riquezas minerais e captura de indígenas para escravização.
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A base desta sociedade era formada pelos escravizados, inicialmente indígenas e depois, em maior número, africanos. A mão de obra escrava foi fundamental para todos os ciclos econômicos coloniais, desde a extração do pau-brasil, passando pela produção açucareira, até a mineração do ouro.
Os africanos escravizados traziam conhecimentos técnicos importantes, como técnicas agrícolas e de mineração. Na extração do ouro, por exemplo, dominavam métodos mais eficientes que os próprios portugueses. Apesar disso, viviam em condições desumanas e eram tratados como mercadoria.
Entre esses dois extremos existiam homens livres pobres, mestiços, artesãos, pequenos comerciantes e religiosos, que compunham uma incipiente classe média colonial. Havia também a presença de "brasileiros", pessoas nascidas na colônia, mas de origem portuguesa.
Fato importante: As mulheres, os indígenas e os negros tiveram grande parte de suas histórias apagadas durante o período colonial. Figuras como Chica da Silva e Rosa Maria Egipciáca da Vera Cruz, que conseguiram se destacar mesmo em condições adversas, são exceções que demonstram a resistência desses grupos.

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Já no final do período colonial, ocorreram movimentos que demonstravam aspirações mais amplas, com ideais republicanos e separatistas. A Conjuração Mineira (1789) e a Conjuração Baiana (1798) foram tentativas de ruptura com o domínio português influenciadas por ideais iluministas e pelo exemplo da independência dos Estados Unidos.
Um dos principais motivos de insatisfação era o Pacto Colonial, que determinava que toda a produção colonial deveria ser comercializada exclusivamente com a metrópole. Esse sistema gerava enormes desigualdades e favorecia apenas Portugal.
A crise do sistema colonial se intensificou no final do século XVIII e início do XIX. As transformações econômicas globais, com a Revolução Industrial liderada pela Inglaterra, tornavam o modelo colonial português cada vez mais obsoleto. A transferência da Corte portuguesa para o Brasil em 1808, fugindo das tropas napoleônicas, acelerou esse processo de transformação que culminaria com o fim do período colonial.

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As Cortes portuguesas, influenciadas por ideais liberais, exigiam o retorno do Brasil à condição colonial. Aconselhado por José Bonifácio e apoiado por elites brasileiras, D. Pedro decidiu ficar e proclamar a independência, iniciando o período imperial brasileiro.
O Primeiro Reinado (1822-1831) foi marcado por grandes desafios. D. Pedro I precisou consolidar a independência, obter reconhecimento internacional e estabelecer as bases do novo Estado. A Constituição de 1824 estabeleceu uma monarquia constitucional com quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e o Poder Moderador, exclusivo do imperador.
Conflitos internos, como a Confederação do Equador (1824), e externos, como a Guerra da Cisplatina, junto com a crescente impopularidade do imperador, culminaram com sua abdicação em 1831. D. Pedro I retornou a Portugal para lutar pelo trono de sua filha, deixando seu filho, D. Pedro II, de apenas 5 anos, como imperador do Brasil.
Você sabia? A Constituição de 1824 estabeleceu o voto censitário, que exigia uma renda mínima para votar, excluindo a maior parte da população brasileira do processo eleitoral.

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Durante esse período, foram implementadas reformas importantes, como o Ato Adicional de 1834, que criou as Assembleias Legislativas Provinciais. Contudo, a instabilidade levou os liberais a anteciparem a maioridade de D. Pedro II, realizada por meio do Golpe da Maioridade em 1840, quando ele tinha apenas 14 anos.
O Segundo Reinado (1840-1889) foi o período mais longo e estável do Império. Politicamente, caracterizou-se pela alternância entre os partidos Liberal e Conservador no poder, no sistema conhecido como "parlamentarismo às avessas", onde o imperador exercia grande influência na composição dos gabinetes ministeriais.
Economicamente, o café se tornou o principal produto de exportação, substituindo o açúcar e criando uma nova elite econômica no Sudeste, especialmente em São Paulo. A mão de obra escrava, antes concentrada nas plantações de cana-de-açúcar no Nordeste, passou a ser direcionada para as fazendas de café.
Na política externa, o Brasil participou da Guerra do Paraguai (1864-1870), ao lado da Argentina e do Uruguai. O conflito, que devastou o Paraguai, teve um papel importante na profissionalização do exército brasileiro, mas também contribuiu para o crescimento de sentimentos republicanos entre os militares.

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Nas últimas décadas do século XIX, o Império brasileiro enfrentou uma série de crises que culminariam com sua queda. A questão da escravidão tornou-se cada vez mais central, com pressões internas e externas para sua abolição.
O processo de abolição foi lento e gradual, com a aprovação de leis como a Lei Eusébio de Queirós (1850), que proibiu o tráfico de escravos; a Lei do Ventre Livre (1871), que concedia liberdade aos filhos de escravas nascidos após essa data; e a Lei dos Sexagenários (1885), que libertava os escravos com mais de 60 anos. Finalmente, em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea aboliu definitivamente a escravidão no Brasil.
A abolição sem indenização aos proprietários afastou muitos fazendeiros do regime monárquico. Ao mesmo tempo, o exército, fortalecido após a Guerra do Paraguai, estava insatisfeito com seu tratamento pelo governo imperial.
Influenciados por ideias republicanas e positivistas, os militares ganharam força política. O republicanismo crescia entre as elites urbanas, inspiradas pelo exemplo dos Estados Unidos e das repúblicas vizinhas na América do Sul.
A crise com a Igreja Católica, conhecida como Questão Religiosa, e os conflitos com os militares, a Questão Militar, também enfraqueceram o apoio ao regime. Sem bases sólidas de sustentação, o Império chegou ao fim em 15 de novembro de 1889, quando um golpe militar liderado pelo Marechal Deodoro da Fonseca proclamou a República e enviou a família imperial para o exílio.
O legado do período imperial é complexo. Apesar de ter garantido a unidade territorial do Brasil e estabelecido instituições importantes, também perpetuou desigualdades sociais profundas e deixou como herança o paternalismo político e o racismo estrutural, consequências do longo período escravista.

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A Primeira República (1889-1930), também conhecida como República Velha, representou a implementação do sistema republicano no Brasil. Iniciada com um golpe militar que derrubou a monarquia, esta fase pode ser dividida em dois períodos distintos.
O primeiro período (1889-1894), conhecido como República da Espada, foi marcado pela liderança de presidentes militares: Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto. Nesse momento, foram estabelecidas as bases do novo regime, com a promulgação da Constituição de 1891, que instituiu o federalismo, a separação entre Igreja e Estado e o voto aberto masculino (excluindo analfabetos, mulheres e menores de 21 anos).
No segundo período (1894-1930), conhecido como República das Oligarquias, o poder político ficou concentrado nas mãos das elites agrárias. Foi implementada a Política dos Governadores, um acordo político que garantia a governabilidade através da troca de favores entre governo federal e estadual. O presidente apoiava os governadores e, em troca, eles garantiam a eleição de deputados e senadores favoráveis ao governo.
O sistema eleitoral da época era marcado por fraudes e manipulações. O coronelismo era a base desse sistema: grandes proprietários rurais controlavam o voto de seus dependentes (voto de cabresto) e garantiam a eleição dos candidatos apoiados pelo governo.
Entenda melhor: O termo "coronel" vem da antiga Guarda Nacional do Império, quando fazendeiros recebiam patentes militares honoríficas. Na República, esses "coronéis" exerciam domínio político e econômico sobre as populações locais.

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A chamada "Política do Café com Leite" foi uma característica marcante da Primeira República. Este termo se refere à alternância no poder entre políticos de São Paulo (maior produtor de café) e Minas Gerais (grande produtor de leite), os dois estados mais ricos e populosos do período.
Economicamente, a Primeira República foi dominada pela produção cafeeira, responsável por mais de 70% das exportações brasileiras. Para proteger os cafeicultores das oscilações do mercado internacional, o governo adotou políticas como o Convênio de Taubaté (1906), que estabelecia a compra do excedente de café pelo governo para manter os preços elevados.
Além do café, outras atividades econômicas ganharam destaque, como a borracha na Amazônia, que viveu um breve ciclo de prosperidade até 1910, e o início da industrialização, principalmente em São Paulo, impulsionada pelos capitais acumulados com o café e pela chegada de imigrantes europeus.
A imigração foi uma política importante na Primeira República, incentivada para substituir a mão de obra escrava nas fazendas de café e "embranquecer" a população brasileira, seguindo teorias racistas da época. Entre 1889 e 1930, cerca de 3,8 milhões de imigrantes, principalmente italianos, portugueses, espanhóis e japoneses, chegaram ao Brasil.
O modelo político-econômico da Primeira República, baseado na exclusão política da maioria da população e na dependência das exportações de produtos primários, começou a mostrar sinais de esgotamento na década de 1920, com o surgimento de novos atores sociais e políticos que questionavam a ordem oligárquica.

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